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DSM-IV
4ª Edição
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Diagnóstico para Síndrome Neuropilética Maligna

Diagnóstico Diferencial  para Síndrome Neuropilética Maligna

A Síndrome Neuroléptica Maligna deve ser diferenciada dos sintomas de uma condição neurológica ou outra condição médica geral. Uma hipertermia devido a uma condição médica geral (por ex., uma infecção viral) precisa ser distinguida da hipertermia associada com a Síndrome Neuroléptica Maligna. Temperaturas extremamente elevadas são devido, com maior freqüência, à Síndrome Neuroléptica Maligna, especialmente na ausência de uma condição médica geral identificável. Além disso, na Síndrome Neuroléptica Maligna, outros aspectos característicos (por ex., severa rigidez muscular) também estão presentes. As condições médicas gerais cujas apresentações podem assemelhar-se a uma Síndrome Neuroléptica Maligna incluem infecção do sistema nervoso central, estado de mal epiléptico, lesões cerebrais subcorticais (por ex., acidente vascular encefálico, trauma, neoplasmas) e condições sistêmicas (por ex., porfiria intermitente aguda, tetania). A intermação pode imitar a Síndrome Neuroléptica Maligna, mas pode ser distinguida pela presença de pele seca e quente (ao invés de diaforese), hipotensão (ao invés de pressão sangüínea instável ou elevada) e flacidez dos membros (ao invés de rigidez). A hipertermia maligna apresenta-se com hipertermia e rigidez e em geral ocorre em indivíduos geneticamente suscetíveis que receberam anestésicos inalantes halogenados e relaxantes musculares despolarizantes. A hipertermia maligna geralmente inicia alguns minutos após a aplicação da anestesia. Uma vez que outras condições médicas gerais podem co-ocorrer ou resultar da Síndrome Neuroléptica Maligna, é importante determinar se a hipertermia ocorreu antes ou depois dos problemas médicos sobrepostos. A descontinuação abrupta de um medicamento antiparkinsoniano em uma pessoa com doença de Parkinson ou o tratamento com agentes depletores de dopamina (por ex., reserpina, tetrabenazina) podem precipitar uma reação similar à Síndrome Neuroléptica Maligna.

A Síndrome Neuroléptica Maligna deve ser distinguida de síndromes similares resultantes do uso de outros medicamentos psicotrópicos (por ex., inibidores da monoaminoxidase, combinações de tricíclicos-inibidores da monoaminoxidase, combinações de meperidina-inibidores da monoaminoxidase, toxicidade por lítio, delirium por anticolinérgico, anfetaminas, fenfluramina, cocaína e fenciclidina), que podem apresentar-se com hipertermia, alteração do estado mental e alterações autonômicas. Nestes casos, aplica-se um diagnóstico de Transtorno dos Movimentos Induzido por Medicamentos Sem Outra Especificação.

Os indivíduos com Esquizofrenia ou um Episódio Maníaco que não estão recebendo medicação neuroléptica podem ocasionalmente apresentar estados catatônicos extremos (a chamada catatonia letal) que podem imitar a Síndrome Neuroléptica Maligna, incluindo temperatura elevada, disfunção autonômica e achados laboratoriais anormais. Para indivíduos que já recebem um medicamento neuroléptico, uma história de estados catatônicos extremos prévios, quando o indivíduo não estava recebendo neurolépticos, é importante para o diagnóstico diferencial. O problema torna-se ainda mais complexo pelo fato de que o medicamento neuroléptico pode piorar os sintomas da catatonia letal.

Critérios para pesquisas para 333.92 Síndrome Neuroléptica Maligna

A. Desenvolvimento de rigidez muscular severa e hipertermia associadas com o uso de medicamento neuroléptico.

B. Pelo menos dois dos seguintes sintomas:

 (1) diaforese

 (2) disfagia

 (3) tremor

 (4) incontinência

 (5) alterações no nível de consciência, indo da confusão ao coma

 (6) mutismo

 (7) taquicardia

 (8) pressão sangüínea elevada ou instável

 (9) leucocitose

(10) evidências laboratoriais de lesão muscular (por ex., PCK elevada)

C. Os sintomas nos Critérios A e B não são devido a uma substância (por ex., fenciclidina), uma condição neurológica ou outra condição médica geral (por ex., encefalite viral).

D. Os sintomas nos Critérios A e B não são melhor explicados por um transtorno mental (por ex., Transtorno do Humor Com Características Catatônicas).


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