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Dermatologista diz que as pessoas subestimam o câncer de pele.
13/01/2005 - 15h55m

O dermatologista Cyro Festa Neto destacou os males provocados pelo sol e disse que as pessoas subestimam o câncer de pele, o tipo de câncer mais comum no Brasil.

"A pele é muito negligenciada. Muita gente diz: 'ah, o que é que tem um cancerzinho de pele?' Tem gente que mesmo depois de um diagnóstico da doença ainda se expõe ao sol sem proteção", comentou Cyro.

Das quase 38 mil pessoas atendidas na Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer da Pele em 2003, 69% revelaram que se expõem ao sol sem nenhuma proteção. E o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que em 2005 deverão ser diagnosticados 113 mil novos casos de câncer de pele não-melanoma no Brasil.

"A resistência das pessoas em usar o filtro solar se deve a um problema cultural. Faz 20, 25 anos que se recomenda o uso deste produto, ainda é pouco tempo para levar a uma mudança de hábito", avaliou o médico. "A gente sempre acha que com a gente não acontece nada".

Cyro explicou que o efeito do sol é cumulativo. "Dizem que um câncer que surge após os 18 anos é empurrado pela exposição ao sol dos primeiros anos de vida. É importante que todos se protejam, mas especialmente à criança e o adolescente", alertou.

A recomendação do médico foi usar filtro solar com fator 15, no mínimo. "Mesmo os negros precisam usar", lembrou. Ele explicou que os filtros disponíveis no mercado estão divididos em dois tipos: os chamados éticos, fabricados pelos laboratórios farmacêuticos, e os cosméticos. "Eu costumo recomendar os filtros éticos aos meus pacientes. Se for comprar um cosmético, procure levar o de uma empresa idônea".

O produto deve ser repassado a cada duas horas de exposição ao sol e depois de sair da água. O uso de camiseta não substitui a proteção porque não barra os raios solares. "O algodão funciona como um filtro 4. O jeans é o único tecido que barra totalmente".

O maior risco das câmaras usadas para o bronzeamento artificial é a mistura de raios ultravioletas dos tipos A e B. "Isso pode levar ao câncer de pele", afirmou o médico. "Há estados brasileiros que já têm normas em relação a isso, dizendo que a pessoa antes de entrar na cabine de bronzeamento deve ter em mãos um atestado médico autorizando-a a passar pelo processo e listando os riscos do mesmo".

Já os cremes de bronzeamento, conhecidos como jet-bronze, ainda não têm contra-indicação. "Por enquanto não vi problemas com o uso deles", destacou Cyro.

O dermatologista lembrou que o sol também traz benefícios, principalmente à criança e à mulher, auxiliando na saúde dos ossos e na fabricação da vitamina D. "O bebê só deve usar filtro solar depois dos seis meses porque precisa sintetizar a vitamina D e quem faz isso é o sol", ensinou Cyro.

"Antes dos seis meses de idade, a exposição ao sol deve ser breve, de 15 a 30 minutos, sempre sem filtro. A partir dos seis meses, ele pode ficar dez minutos sob o sol sem filtro e, se permanecer exposto, aí sim deve usar o produto", recomendou.

"A mulher também tem que tomar sol para evitar problemas como osteoporose, mas não precisa ficar três horas exposta, para obter os benefícios... Basta meia hora de sol, ainda que seja apenas num braço, para o efeito ser desencadeado no metabolismo do corpo".

ATENÇÃO: Estas são informações gerais sobre o assunto, descritas em literatura médica ou por médicos especializados. Este texto não deve ser usado para qualquer tipo de diagnóstico ou automedicação. Em caso de qualquer suspeita, procure imediatamente seu médico.

FONTE – DR. CYRO FESTA NETO




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