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Psicologia do Trânsito
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Implicações comportamentais quanto ao uso do aparelho celular no trânsito.
21/04/2005 - 12h50m

O resultado de recente pesquisa, realizada sobre essas implicações, demonstrou que o número de acidentes acontecidos durante ou imediatamente após uma conversa ao telefone celular, foi de quatro vezes maior do que o esperado na direção normal de veículos, e que os jovens tem maior tendência a problemas, nessas situações, do que os mais velhos.Foi comprovado também, que os condutores utilizando-se de aparelho viva-voz, correm o mesmo risco de sofrer acidentes do que aqueles que seguram o aparelho celular enquanto dirigem. A questão perpassa pela limitação sobre o que você pode fazer com seu cérebro, ou seja, alterações de atenção, controle das emoções, raciocínio, entre outras reações que são percebidas quanto falamos ao telefone. Esta visão contraria a suposição de que o viva-voz não interferiria na direção por não necessitar de esforço motor.

Entre as reações comportamentais possíveis e previsíveis relacionadas ao uso do celular pelo condutor de veículo no trânsito, podemos destacar a descarga emocional que acompanha o conteúdo do assunto explorado no momento da conversa, como por exemplo, o choro, a agressividade, o aumento da irritação, a euforia e o entusiasmo. Algumas dessas descargas podem vir somadas ao fator espontâneo e alheio à vontade do condutor, desde que sejam advindas do Sistema Nervoso Autônomo, levando-o a atitudes impulsivas. 

A sensação de impotência, frente ao desconhecimento da notícia recebida através do aparelho celular, pode evocar no condutor um quadro de extrema angústia perante a impossibilidade da tomada de decisão momentânea. 

Aliados às reações supra citadas têm-se o nível de stress do dia-a-dia no tráfego, na vida pessoal e no trabalho do condutor que podem intensificar o risco de acidentes no trânsito. 

Apesar da existência de poucos estudos sobre o uso de aparelho celular, os que já foram realizados alertam para o risco por ele causado, ressaltando não somente o abandono de uma das mãos, que influi na limitação motora do condutor, mas também pela perda da atenção no trânsito. 

Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – DENATRAN.

Contatos:  edlene@detran.pb.gov.br 

 
Colaboração:   Edlene Leite Loureiro Rodrigues, Psicóloga, CRP: 0966/ 13ª Região.


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