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Dependência química
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O Conceito de Droga
03/07/2007 - 00h17m

 

FIGURA 1: As palavras que provavelmente levaram ao aparecimento da palavra DROGA ressaltam sua natureza vegetal. O consumo de drogas nos tempos antigos ocorria exclusivamente a partir de plantas. Nas ilustrações, cenas do mundo árabe e holandês nos séculos XV e XVI respectivamente, em harmonia com o reino vegetal. FONTES: O homem velho encontra o jovem (1486) e Cena do mercado (Pieter Aertsen ~ 1550).


Os alimentos são assimilados de modo imediato e utilizados para renovar e ampliar nossa massa física, bem como para produzir energia. Há ainda dois tipos de substâncias que podem ser ingeridas. Aquelas, como os plásticos e alguns metais, que o corpo não consegue digerir, tampouco absorver, eliminado-as na sua forma intacta e aquelas que provocam uma intensa reação. Esse segundo tipo compreende as drogas em geral.

Nos dias de palavra droga é rapidamente associada às substâncias que alteraram estados da mente, proporcionando experiências de prazer capazes de levar parte seus usuários ao uso contínuo e à dependência. Essas substâncias (drogas) também se tornaram sinônimas de coisas ruins (isso é uma droga!) e de situações indesejadas (que droga!). O que chamamos hoje de droga está muito longe daquilo que antes essa palavra designava.

A origem etimológica da palavra DROGA é incerta. A palavra pode ter derivado de DROWA (árabe), cujo significado é bala de trigo. Droga, ainda, pode ser originária de DROOGE VATE (holandês), cujo significado são tonéis de folhas secas. Isto porque antigamente quase todos os medicamentos eram feitos à base de vegetais.

A primeira língua a utilizar a palavra tal como a conhecemos hoje foi o francês: DROGUE (ingrediente, tintura ou substância química ou farmacêutica, remédio, produto farmacêutico). Atualmente, a medicina define droga como sendo: qualquer substância capaz de modificar o funcionamento dos organismos vivos, resultando em mudanças fisiológicas ou de comportamento. Portanto, nota-se que a palavra droga se refere a qualquer substância capaz de modificar um funcionamento orgânico, seja essa modificação considerada medicinal ou nociva. Os antigos, inclusive, não acreditavam que as drogas fossem exclusivamente boas ou más. Os gregos, por exemplo, entendiam que qualquer droga se constitui em um veneno potencial e um remédio potencial, dependendo da dose, do objetivo do uso, da pureza, das condições de acesso a esse produto e dos modelos culturais de uso.

FIGURA 2: A palavra droga, nos tempos antigos, não possuía qualquer valor pejorativo. A palavra era aplicada a qualquer substância capaz de modificar e corrigir alterações fisiológicas ou comportamentais de um organismo, que levavam ao aparecimento de doenças. Nas ilustrações, locais especializados em vender drogas, muito populares a partir do final do século XIX: as drogarias.

As drogas capazes de alterar o funcionamento mental ou psíquico são denominadas drogas psicotrópicas ou simplesmente psicotrópicos. Psicotrópico advém da junção de psico (mente) e trópico (atração por). Desse modo, drogas psicotrópicas são aquelas que atuam sobre o nosso cérebro, alterando nossa maneira de sentir, de pensar e, muitas vezes, de agir. Mas estas alterações do nosso psiquismo não são iguais para toda e qualquer droga. Cada substância é capaz de causar diferentes reações.

Uma parte das drogas psicotrópicas é capaz de causar dependência. Essas substâncias receberam a denominação de drogas de abuso, devido ao uso descontrolado observado com freqüência entre os seus usuários.

Fonte:

Site Álcool e Drogas sem Distorção (www.einstein.br/alcooledrogas)/Programa Álcool e Drogas (PAD) do Hospital Israelita Albert Einstein




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