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Saúde
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Virús da hepatite C é perigoso e pode estar presente nas atividades mais corriqueiras
UOL: POR ISABEL BAETA
05/11/2008 - 22h05m

Mais devastadora das infecções de fígado, a hepatite C é uma epidemia silenciosa prestes a explodir. Os números da doença ainda são raros no país, mas o Ministério da Saúde estima que pelo menos 1,5 milhão de brasileiros já tiveram contato com o vírus causador do mal.

A transmissão do vírus da hepatite C se dá exclusivamente através do sangue. As principais formas de contágio são as transfusões sanguíneas e o compartilhamento de seringas por usuários de drogas injetáveis. Cerca de 30% dos casos de hepatite C, contudo, se devem a causas não identificadas.

"Dentro dessas causas não identificadas, podemos destacar o contato com material contaminado pelo vírus da hepatite C", explica o infectologista Eduardo Medeiros. "A utilização de material dentário não esterilizado, por exemplo, pode trazer sérios problemas, bem como o uso de equipamentos cortantes no cabeleireiro, na manicure etc."

Para prevenir a hepatite C, deve-se exigir agulhas descartáveis no acupunturista e no tatuador e lâminas novas no cabeleireiro. Fazer as unhas também exige cuidados especiais.

"O ideal é que cada pessoa leve seus próprios aparelhos ou observe como o profissional esteriliza seus equipamentos", orienta o patologista clínico João Renato Pinho. "No caso, a manicure deve lavar os aparelhos entre um uso e outro numa solução de água sanitária por pelo menos meia hora.” ·
Quem recebeu transfusão de sangue antes de 1993 deve realizar o teste contra hepatite C porque antes desse ano não se fazia uma triagem específica nas doações. O tratamento da infecção dura de seis meses a um ano. Cerca de 70% dos portadores do vírus da hepatite C desenvolvem algum processo inflamatório de longa duração no fígado e alguns casos evoluem para uma cirrose ou até mesmo um câncer.

ATENÇÃO: Estas são informações gerais sobre o assunto, descritas em literatura médica ou por médicos especializados. Este texto não deve ser usado para qualquer tipo de diagnóstico ou automedicação. Em caso de qualquer suspeita, procure imediatamente seu médico.
FONTE – POR ISABEL BAETA PARA O UOL



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