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Temas sobre Saúde - Geral
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Mononucleose Infecciosa
19/07/2004 - 17h03m

Segundo o CID-10 ( Código internacional de doenças, a mononucleose é uma doença geralmente benigna, de origem viral, caracterizada por febre irregular, dor de garganta, linfadenopatias (gânglios linfáticos aumentados), esplenomegalia (aumento do volume do baço), e linfocitose (aumento no nº de linfócitos no sangue). É diagnosticado por um teste realizado com hemáceas de carneiro (verificação de anti-corpos).

Descrição:

 É uma doença causada pelo herpesvirus Epstein-Barr, que produz inflamação dos gânglios linfáticos, febre e dor de garganta. 

Causas: 

É uma doença muito freqüente, que não diferencia faixas etárias. Não é muito contagiosa, mas os adolescentes e jovens geralmente sofrem contágio ao terem contatos íntimos ou ao beijarem alguém infectado. O vírus acomete as células do nariz e da garganta e depois chega a certos leucócitos (linfócitos B), responsáveis pela produção de anticorpos. Esse vírus está associado ao desenvolvimento de certos tumores de linfócitos B - que pode acometer aos doentes de Aids e às pessoas que receberam transplantes - e alguns tipos de câncer. 

Os sintomas principais são: 

Febre, fraqueza, dor de garganta e inchaço dos gânglios. Podem manifestar-se somente após 30 ou 50 dias de ocorrida a infecção. Os menores de 5 anos via de regra não desenvolvem sintomatologia e os adolescentes e adultos podem, ou não, apresentar sintomas. Os gânglios que mais aumentam de tamanho são os do pescoço, e a dor de garganta pode ser intensa. Também pode existir inflamação no baço e no fígado. 

A sintomatologia é básica para o diagnóstico. Como as manifestações do vírus da mononucleose não são exclusivas, um teste de sangue permitirá confirmar a presença de anticorpos contra o Epstein-Barr.

Tratamento: 

O mal-estar desaparece sozinho depois de quinze dias, apesar de que o cansaço pode se estender várias semanas. Sugere-se que as pessoas com mononucleose mantenham repouso enquanto o mal-estar, a febre ou a dor de garganta não diminui. Não existe grande risco envolvido com esta doença, com exceção das complicações que podem ocorrer, como ruptura do baço, inflamações no cérebro (meningite ou encefalite), ou obstrução respiratória. Recomenda-se não realizar esforços durante dois meses, aproximadamente, para evitar danos no baço. 

Bibliografia: 

Berkow, Robert; Beers, Mark H. et al, Manual Merck de informação médica para o lar. Barcelona, Océano, s/f.  

Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. Diretor geral da edição: Pierre Pichot, Editora Artes Médicas, 1995. 

Kaplan, Harold I.; Sadock, Benjamin J. et al, Manual de Psiquiatria. Porto Alegre, Artmed Editora, 1998

 




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